Projeto Escrita Criativa — Desde 2015 reunindo pessoas que amam escrever
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Olá, escritores! 
Sejam bem-vindos à retrospectiva do Projeto Escrita Criativa.
2025 foi muito feliz para nós, já que foi o ano em que comemoramos 10 anos! YAY! 🎉🎈 Inclusive, teve até vídeo no nosso canal, que olha para os detalhes desta nossa primeira década. Se você ainda não viu, clique aqui e dê o play. Sendo assim, a gente não pode deixar de olhar para trás antes de pensar o futuro. Bora olhar para o PEC Wrapped?

PEC Wrapped:

Vlog de comemoração dos 10 anos do Projeto.

  • 1 comemoração de aniversário com 2/3 da equipe juntas, no presencial: 10 anos do Projeto com o encontro da Ayumi com a Fernanda;
  • Aliás, 2025 foi o ano record de encontros entre a Ayumi e a Fernanda, três rodadas no total: duas em São Paulo e uma em Buenos Aires.
  • No canal do YouTube tivemos 18 vídeos e a estreia dos vlogs. Vocês gostaram deles? 
  • Já aqui no site tivemos 45 artigos publicados.
  • No Instagram, finalmente tivemos a função de canal liberada. Agora vocês podem receber as nossas informações por lá também, basta entrar no canal.
  • E por falar no Instagram, passamos da marca de 4 mil seguidores!!!! 🎉Se vocês nos seguem, muito obrigada! Se ainda não, está esperando o quê? Clique aqui para seguir!
  • Já no YouTube, nossa comunidade cresceu para mais de 13500 inscritos! 🎉 É uma honra ter vocês por lá também. 
  • Foi ainda neste ano que começamos a mapear a nossa comunidade. Aliás, vocês já responderam ao nosso mapeamento? Se não, nos ajude nessa missão respondendo aqui.
  • Novembro chegou e como estávamos órfãs do NaNoWriMo, resolvemos criar o Escrevembro, o nosso desafio diário de escrita no mês de novembro. Foram 30 dias, 30 palavras e inúmeras possibilidades, com parte da nossa comunidade compartilhando tudo lá no Instagram (para quem quiser ler os textos, basta acessar o Escrevembro nos nossos destaques 😉).

Fora tudo isso, o vídeo mais visto no nosso canal é o que mostra o Unboxing dos recebidos da nossa loja do Projeto e o post mais lido foi o Melhores fontes para o seu livro e direitos de uso. 


Retrospectiva da nossa equipe:

Fê e Ayu em São Paulo e Buenos Aires.
Maio, setembro e novembro de 2025.

  • Como dissemos, a Ayumi veio ao Brasil duas vezes, e a Fernanda foi a Buenos Aires uma vez.
  • A Fernanda teve um poema publicado na antologia Terra, do selo Off-Flip;
  • A Ane publicou o seu primeiro livro, Para onde foram as borboletas?, na Amazon. 
  • A Ayumi teve seu conto "Gochisou" lançado na antologia do prêmio Bunkyo. Ela conheceu os outros autores da antologia e autografou livros. Depois, ela lançou o conto de forma independente na Amazon. Vocês podem conferir aqui.
Publicações das cofundadoras do Projeto em 2025.



Recados do Projeto

Com a proximidade do fim do ano, deixamos alguns recados sobre o funcionamento do Projeto. São eles:

  • Vivenciando a Escrita: já no começo de fevereiro soltaremos, como é tradição, a lista com os temas mensais do Vivenciando a Escrita. Um ano recheado de ideias para escrever e soltar a criatividade. 
  • Nossas férias e nosso planejamento: nossa equipe deixará o conteúdo do Vivenciando a Escrita programado para não deixar ninguém na mão. Entretanto, tiraremos um tempo offline para descansarmos e para planejarmos o ano. Voltaremos com a nossa programação semanal a partir da primeira semana de março (como sempre, todas às quartas-feiras, às 18h).

Por fim, desejamos a todos um feliz Natal e um ano de 2026 repleto de saúde, de amor, de criatividade e de publicações! 

 

Olá, escritores!

Hoje trazemos para vocês uma entrevista muito especial com a Nina Quadrelli, dona da Editora Fantástica. Venha conhecer mais sobre como tudo começou!

Projeto Escrita Criativa: Como surgiu a ideia de criar uma editora dedicada ao gênero fantasia?

Nina Quadrelli: Partiu de um gosto pessoal num primeiro momento. Quando a ideia de abrir a editora surgiu, logo recorri ao gênero que mais gostava na literatura e com o qual eu poderia contribuir. Depois, aí já com uma avaliação mais técnica, vi que fantasia tinha uma tendência de crescimento e sempre teve muita gente produzindo material aqui no Brasil. Assim, não foi difícil decidir de qual nicho seria a minha editora!



PEC: Quais foram os maiores desafios para transformar essa ideia em realidade?

N: Por incrível que pareça, abrir uma editora é muito fácil. Uma MEI com um CNAE de edição de livros já pode ser uma editora, por exemplo. E posso dizer que tive muita sorte nesse processo de abertura. Consegui uma mentoria com a Flávia Iriarte, do Carreira Literária, e com o Guilherme Tolomei. Sendo assim, ainda que não tivesse muita experiência em como montar uma editora, eles me ajudaram muito. Para variar, a parte financeira é a mais difícil. Comecei com poucos recursos e nenhum título para o catálogo, mas com uma ideia boa o suficiente para atrair várias autorias interessadas em publicar e, assim, pude começar.

 

PEC: Você se lembra do primeiro livro que publicaram? O que ele representou para a editora?

N: Essa boa ideia da resposta anterior foi a Antologia Hotel Fantástico. Um edital simples e temático para contos, aberto para quem quisesse participar e com publicação gratuita e premiação em dinheiro para o melhor conto. Foram mais de 130 inscrições na primeira edição, o que considero um sucesso absoluto. A ideia foi tão bem aceita que foram publicadas 3 edições: Hotel Fantástico 2022, 2023 e 2024. Nada mais é um livro de 20 contos, escritos por 20 pessoas diferentes com a temática do hotel. Uma das principais regras é que o título seja o número do quarto em que a história do conto está relacionada. Dessa forma, o livro vira uma experiência de hospedagem, em que leitores e leitoras podem explorar a nossa edificação mágica ao abrir a porta dos quartos.

Essa iniciativa marcou a minha maior intenção com a editora: abrir oportunidades de publicação para pessoas diversas, e muitas vezes inexperientes, com o sonho de estarem em uma editora. A avaliação era feita sem julgamento de quem eram essas pessoas, em que lugar do país moravam, quantos seguidores tinham ou como se identificavam. Claro, depois, colocamos mais uma regra sobre o uso de IA na escrita, o que era proibido. Além disso, a Antologia Vale Fantástico surgiu a partir do Hotel, porém voltada a criar um ambiente seguro e de oportunidade ainda mais direcionada para a comunidade LGBTQIAP+ que, mais uma vez, foi muito bem aceita e valorizada.


PEC: Qual era o cenário do mercado editorial de fantasia quando vocês começaram, e como ele mudou desde então?

N: A Fantástica começou em 2022, logo depois de uma pandemia. A fantasia estava em crescimento, visto que muita gente tinha mergulhado nesse gênero para fugir um pouco da realidade que vivíamos naquele momento. Era um espaço muito masculino e heterossexual (não que ainda não seja), porém, a diversidade de nomes e temáticas aumentou bastante nos últimos anos. Espero ter contribuído para isso também. A romantasia foi um subgênero que tomou todas as atenções, o que foi uma novidade. Como tudo, agora está menos em evidência e o mercado aguarda a próxima febre.

 

PEC: O que, na sua visão, faz da fantasia um gênero tão poderoso e duradouro?

N: Quem não gosta de viajar na batatinha? A fantasia é um gênero que permite que absolutamente tudo seja possível. Você quer ter asas e voar? Pode. Quer ter poderes mágicos? Pode. Ser outra criatura de outro mundo? Pode. E o que é mais mágico nisso tudo é que, ainda assim, como qualquer outra narrativa, estamos falando de nós, das nossas questões e do nosso universo. As pessoas não vão deixar de sonhar nem de refletir e a fantasia abre espaço para que façamos isso de uma maneira lúdica, divertida, assustadora ou encantadora. A gente que escolhe.

 

PEC: Quais elementos você acredita que tornam uma história de fantasia realmente envolvente?

N: Acredito que a coesão entre personagens e mundo. Principalmente, quando a gente fala de outros universos e criaturas, isso precisa fazer sentido. Ainda que se tenha uma premissa muito interessante, com uma construção fraca ou desconexa fica mais difícil mergulhar profundamente naquela história e “comprar” a jornada.

 

PEC: Você acha que a fantasia ainda sofre algum tipo de preconceito no mercado literário brasileiro?

N: Sim, mas bem menos do que antes. Ainda há uma resistência de forma geral, mas como muitos nomes surgiram e ganharam força nos últimos tempos, principalmente, por meio das redes sociais e desse contato direto autor(a)-leitor(a), as pessoas ficaram mais abertas a conhecerem essas obras. Além disso, os livros brasileiros ficaram tão visualmente bonitos quanto os estrangeiros, o que já chama atenção. Dessa forma, a qualidade tem sido cada vez mais reconhecida e as autorias brasileiras abraçadas pela comunidade leitora.

 

PEC: Como é o processo de escolha dos originais que chegam até vocês?

N: A princípio, eram as inscrições pelos editais do Hotel e Vale Fantástico. Depois dessas autorias serem selecionadas e o livro publicado, havia uma votação com a comunidade da editora (que chamei de Coven) e montávamos um top 5 e um top 3 de melhores contos, respectivamente. As autorias selecionadas apresentavam um projeto para editora, via book proposal ou pitch, e nós escolhíamos quais gostaríamos de publicar. É um modelo não convencional, porém era o que conseguíamos dar conta de avaliar e responder. Até montamos um formulário de envio de originais e recebemos alguns, porém até livros que não eram de fantasia foram enviados e decidi encerrá-lo. Trabalhar com as nossas próprias autorias era uma forma muito mais segura e eficiente, além de ajudar a construir ainda mais a carreira de quem já estava com a gente. A partir disso, formamos um Laboratório com os projetos escolhidos, onde trabalhamos de forma coletiva: autorias e equipe da Fantástica.

PEC: Que tipo de história chama sua atenção logo nas primeiras páginas?

N: Acho que é mais pela sensação que causa do que por um tópico específico. Pode ser estranhamento, divertimento ou um acontecimento muito marcante que faz a gente querer saber mais. Particularmente, não sou fã de fantasia muito violenta e, por isso, acabei construindo um catálogo mais otimista. No entanto, para além disso, um início mais envolvente ganha mais minha atenção.

 

PEC: Quais são os maiores desafios ao editar obras de fantasia, especialmente no equilíbrio entre criatividade e coerência de mundo?

N: Posso dizer que é ficar atenta aos detalhes. Principalmente, se estamos falando de um mundo diferente e outras criaturas. Conferir se os nomes estão corretos e se as características de lugares e personalidades são coerentes ao longo do livro. No caso da Fantástica hoje, temos mais narrativas de baixa fantasia ou fantasia urbana, portanto, não tive grandes problemas em lidar com edições muito incisivas de mundos absurdos.

Em todo caso, é muito legal a autoria ter um dossiê ou ficha com todos os lugares e personagens daquela história para não se perder.

 

PEC: Como vocês trabalham a parte visual capas, mapas, ilustrações, que são tão importantes nesse gênero?

N: Nós sempre contratamos pessoas para fazer as ilustrações. Todos os nossos livros, incluindo as antologias, são ilustrados. No caso dos dois volumes do Vale Fantástico, as ilustrações internas foram feitas por artistas da comunidade LGBTQIAP+ e essa foi uma escolha consciente. Nos demais livros, escolhemos o estilo a partir de um banco de dados de portfólios de diversos artistas que temos na editora.

 

PEC: Que tipo de autor ou autora vocês buscam/costumam publicar?

N: Autorias brasileiras e contemporâneas. Damos mais valor a alguém engajado e muito apaixonado pelo seu projeto do que a alguém só com muitos seguidores em alguma rede social. Além disso, alguém que mostre ser uma parceria para editora, disposto a colaborar com o nosso processo de trabalho.

PEC: Como a editora apoia novos escritores de fantasia no Brasil?

N: Acredito que não cobrar para publicar já é um grande incentivo. Além disso, os editais foram uma porta de entrada para muitas autorias em início de carreira.

 

PEC: Vocês percebem um crescimento no público leitor de fantasia nacional nos últimos anos?

N: Sim, especialmente depois da pandemia e da popularização de séries audiovisuais fantásticas e outros livros que misturam a fantasia tradicional com um conteúdo mais adulto.

 

PEC: Como você enxerga o futuro da fantasia no Brasil, tanto em termos de leitores quanto de autores?

N: As pessoas sempre vão escrever fantasia, até mesmo quando elas nem têm tanta noção de que estão fazendo isso. A América Latina inteira é quase um grande realismo mágico. Portanto, acredito que a produção desse gênero vai ser constante e eterna. Sobre leitores, é mais difícil dizer, ainda mais em tempos em que o mercado luta contra uma perda hemorrágica de pessoas que leem. A última pesquisa do Retratos da Leitura mostrou isso. Sendo assim, o trabalho precisa estar mais focado em (re)conquistar o gosto pela leitura das pessoas se a gente quiser ter um futuro cheio de leitores.

 

PEC: Como o digital (e-books, redes sociais, booktok) tem influenciado o trabalho da editora?

N: Nós trabalhamos com o e-book desde o início. Inclusive, ele foi o nosso primeiro formato, antes do impresso. Hoje, todos os livros do catálogo têm a sua versão digital. Dois deles têm até a versão audiolivro. No caso das redes sociais, é quase impossível não estar em alguma delas hoje em dia. Sendo assim, a criação de conteúdo é parte do trabalho normal da editora, não só em épocas de lançamento ou descontos.

 

PEC: ⁠Qual a diferença de editar livros físicos e e-books?

N: A edição em si não muda, afinal, trabalhamos com o mesmo arquivo de texto. Na verdade, todo o processo segue o mesmo até o ponto da diagramação. A versão física tem mais liberdade de quais elementos colocar, já a versão digital é bem mais limitada, mas, ainda assim, dá para fazer livros bonitos e agradáveis de ler.

 

PEC: Se pudesse dar um conselho para quem sonha em publicar fantasia, qual seria?

N: Acredito que o básico é ter uma boa premissa. A gente pode investir muito em marketing e divulgação etc., mas se a nossa narrativa não for boa em algum ponto, fica muito mais difícil de sustentar. Ter uma história completinha, bem escrita, com um mundo coeso e coerente e bons personagens é o caminho para qualquer pessoa publicar qualquer gênero, mas, principalmente, na fantasia que a gente pode cair na armadilha de encontrar “recursos fáceis” para resolver os problemas. Fora o livro, a construção de uma comunidade é a chave. Você precisa ter pessoas que gostem do tema que você escreve e da forma que você constrói as suas narrativas. Com isso forte, dá para publicar independente com mais segurança e até fica mais fácil de encontrar uma editora disposta a apostar em você. Aqui, não é necessariamente sobre um número de seguidores, mas fãs daquilo que você faz.

 

PEC: Antes de fundar a editora, qual era a sua relação com o mundo dos livros e da fantasia?

N: Minha mãe sempre lia para mim quando eu era pequena. Depois de alfabetizada, continuei lendo. Não de forma tão assídua, mas constante. As histórias de fantasia sempre foram as minhas preferidas, fossem por fábulas de livros infantis, gibis ou os filmes de princesas e os da Barbie. Minha adolescência foi mais marcada pelos mangás. Depois de adulta, voltei a ler mais livros e a me aventurar em outros gêneros, inclusive a não-ficção.

 

PEC: Que livros, autores ou histórias marcaram sua vida e inspiraram seu trabalho no universo editorial?

N: Essa pergunta é sempre difícil de responder porque acho uma tarefa árdua especificar alguns. No entanto, sem dúvida, os gibis da Turma da Mônica foram uma grande porta de entrada. A fantasia sempre esteve lá. Outras obras importantes foram O Circo da Noite, de Erin Morgenstern, e a trilogia das Peças Infernais, de Cassandra Clare. Tenho uma vaga sensação de ter entendido que gostava de fantasia como gênero literário ali. Por fim, acho que não tenho uma obra específica que eu olhei e pensei “quero fazer isso aqui também como editora”, sempre foi uma coisa mais fonte de vozes da minha cabeça, o que não deixa de ser uma grande mistura das mais diversas referências que tenho dentro de mim.

 

PEC: Algo a acrescentar?

N: Gostaria de agradecer pelo convite e dar os parabéns pela iniciativa deste projeto de vocês!


Quer conhecer mais da Editora Fantástica e do trabalho da Nina?

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Com a chegada do fim do ano, é impossível não sentir toda a atmosfera mágica das festividades, aquela vontade de desacelerar e aproveitar cada momento especial. E, para nós, nada combina mais com esse período do que descansar tendo como companhia uma boa leitura. Pensando nisso, preparamos mais uma seleção especial de livros natalinos — desde contos breves que aquecem o coração até clássicos que atravessam gerações, além de obras nacionais que merecem um lugar na sua estante.

Se você está em busca de histórias para entrar de vez no clima festivo do Natal, presentear alguém querido ou simplesmente viver um pouco da magia dessa época, esta lista é para você. Vamos lá?

Para quem não perde um lançamento 


Até que o Natal nos separe, de Catherine Walsh

Sinopse: Megan está morrendo de medo de ir para a casa da família para as festas de fim de ano. Ela é a vilã da cidade, a mulher que há cinco anos largou Isaac, o queridinho local, no altar e fugiu para a cidade grande. Megan só quer ficar na dela, principalmente porque ele está noivo de novo, enquanto ela acabou de levar um fora pela quarta vez só este ano. Christian está cansado de passar o Natal sozinho. Ele mesmo não liga – na verdade, jura de pés juntos que está ótimo assim. O problema é que detesta os olhares de pena de seus parentes quando todos se sentam à mesa em casais.

Então, quando Megan literalmente esbarra nele em um pub em Dublin, eles fazem um pacto de sobrevivência, com direito a contrato assinado em um guardanapo manchado de vinho. Até o Natal, os dois vão ser o melhor casal de mentira de todos os tempos. Mas com duas famílias reunidas e amigos, paqueras e sentimentos antigos ressurgindo, as coisas ficam caóticas. E quando uma cabana isolada pela neve e a magia natalina entram na história, tudo pode acontecer…

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Um romance espirituoso, de  B.K. Borison

Sinopse: Harriet York não faz ideia do motivo para estar sendo assombrada. Ela é uma boa pessoa. Gosta de agradar os outros, sempre age conforme o esperado e evita conflitos a todo custo. Nolan Callahan pretende passar as festas de fim de ano do mesmo jeito que todo Espírito do Natal Passado: assombrando pessoas horríveis e vagando por aí sem propósito enquanto espera uma oportunidade para seguir para a vida após a morte. Harriet não é a primeira das muitas pessoas a quem foi designado que nega ter feito coisas ruins, mas com certeza é a mais bonita e irritante. O que não é problema, pois Nolan está certo de que vai descobrir os segredos que a doce e prestativa Harriet esconde muito antes de seu prazo acabar, na véspera de Natal.

Só que cada visita ao passado dela se prova mais inútil que a anterior, e cada segundo que passam juntos faz Nolan questionar mais sobre a verdadeira razão para ter sido enviado para assombrá-la. Harriet está longe de ser uma má pessoa, mas o departamento de Assombrações e Espíritos não comete erros.

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Uma fazenda com a magia do natal, de Laurie Gilmore

Sinopse: Kira North odeia o clima das festas de fim de ano. O que é um problema, considerando que, em busca da própria independência, ela acaba de comprar uma antiga fazenda de árvores de Natal. E, por mais que esse seja o último empreendimento que gostaria de reabrir, ela não parece ter muita escolha, visto que sua nova casa está caindo aos pedaços e as contas não param de chegar.

Já para Bennett Ellis, Dream Harbor é um ótimo destino de férias: o lugar ideal para fugir um pouco da Califórnia e passar algumas semanas com a irmã, Jeanie. E, o mais importante, para dar um tempo nos encontros desastrosos que ele vem tendo nos últimos meses. Por isso, quando Ben esbarra sem querer com Kira, ele não tem a menor intenção de se envolver com ela ― mas a fazenda daquela mulher ranzinza com certeza já viu dias melhores, e ele simplesmente não consegue conter seu instinto de ajudar.

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Natal das garotas, de Rachael Lippincott e  Alyson Derrick 

Sinopse: Para Alex e Molly, todos os dias dos últimos três anos foram tão felizes que pareceram Natal. Então, que jeito melhor de celebrar as últimas férias de inverno da faculdade do que com uma viagem romântica para o lugar que parece ter saído do cartão mais natalino de todos? Mas, além de aproveitar toda a magia que Barnwich tem a oferecer nessa época do ano, Alex e Molly ainda têm uma missão importante para o fim de semana: ajudar sua amiga Cora a conquistar a garota por quem está apaixonada.

Entre sessões de patinação no gelo, guerras de bolas de neve e bancar o cupido, no entanto, fica claro que Alex e Molly têm outra tarefa para os dias que estão por vir, e ela envolve esconder os enormes segredos que estão guardando uma da outra. Segredos sobre os planos de cada uma para depois da faculdade, que podem fazer deste o último Natal da história do casal.

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A pousada entre capítulos, de Sarah Morgan

Sinopse: Quatro mulheres, uma semana mágica… e a chance de recomeçar.

Em meio a uma paisagem de inverno digna de cartão-postal, encontra-se a Pousada Maple Sugar, o charmoso hotel boutique que Hattie e seu marido, Brent, restauraram com todo o cuidado. Mas, apenas um mês após a inauguração, Brent faleceu, e Hattie precisou seguir sozinha. Com seu charme histórico e uma biblioteca dos sonhos, a pousada logo se tornou o destino de inverno perfeito — às vésperas das festas de fim de ano, está lotada de hóspedes em busca de férias inesquecíveis. Mas, viúva tão cedo e exausta por conciliar a administração do hotel com a vida de mãe solo dedicada, Hattie só deseja sobreviver à temporada festiva.

É então que Erica, Claudia e Anna — amigas de uma vida inteira, que parecem ter tudo — chegam para um retiro natalino de clube do livro. Unidas por uma longa e sólida amizade e pelo amor à leitura, elas já enfrentaram juntas os altos e baixos da vida. Ainda assim, Hattie percebe que elas também carregam feridas profundas, e não imagina que uma delas guarda um segredo capaz de mudar tudo.

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Um mistério de Natal: Um romance policial interativo, de Sarah Dunnakey

Sinopse: Em plena véspera de Natal, em uma mansão no interior da Inglaterra, o milionário recluso Edward Luddenham é encontrado sem vida. Agora, um ano depois, nove pessoas retornam ao local para a leitura do testamento. Mas há uma cláusula inusitada: ninguém poderá deixar a propriedade até que todos contem uma história de mistério. Só que, entre o estalar da lareira e as sombras do passado, nem tudo é o que parece. Afinal, o verdadeiro assassino continua à solta — e ele é um dos convidados.

Entre códigos, anagramas, cifras e desafios de lógica, cabe a você, leitor, juntar todas as peças. Ao lado de um detetive infiltrado, será que conseguirá descobrir quem matou Edward Luddenham antes que o assassino faça sua próxima jogada? O mistério espera por você... e o tempo está se esgotando.

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Para quem tem pouco tempo para ler


Uma noite de inverno com você, de  Ali Hazelwood

Sinopse: Tudo que Jamie Malek quer é pegar emprestada uma assadeira para a ceia de Natal porque seu pai pediu. Infelizmente, para isso ela precisa encontrar Marc, o irmão problemático da sua melhor amiga. Há alguns meses, ela partiu o coração dele e os dois se afastaram. Jamie queria ir logo embora dali, mas, em meio a uma nevasca, acaba sendo obrigada a permanecer com Marc até o tempo melhorar.

Aquecidos por uma lareira crepitante, eles começam a relembrar o passado. De repente, Jamie percebe que ficar presa em uma casa com um homem que ela não imaginava rever talvez não seja uma forma tão ruim de passar uma noite de inverno.

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5 dias para o Natal, de  Fabiana Oenning 


Sinopse: Gabriel e Alice se conheceram na época do colégio e se tornaram inseparáveis, até que, no ensino médio, Alice precisou mudar de escola. Uma década depois, faltando cinco dias para o Natal, Gabriel enviou uma solicitação de amizade para Alice.

Desacreditada no amor após um término, Alice se pergunta se esse simples convite pode acabar trazendo à tona todos os sentimentos do passado, em especial, a sua paixão secreta.

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O presente do meu grande amor: Doze histórias de Natal, de Holly Black, Ally Carter, Matt de La Peña, Gayle Forman, Jenny Han, David Levithan, Kelly Link, Myra McEntire, Stephanie Perkins, Rainbow Rowell, Laini Taylor e Kiersten White


Sinopse: Se você gosta do clima de fim de ano e tudo o que ele envolve — presentes, árvores enfeitadas, luzes pisca-pisca, beijo à meia-noite —, vai se apaixonar por O presente do meu grande amor.

Nas doze histórias escritas por alguns dos mais populares autores da atualidade, há um pouco de tudo, não importa que você comemore o Natal, o ano-novo, o Chanucá ou o solstício de inverno.

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O Natal dos fantasmas, de Jerome K. Jerome, Charles Dickens, Elizabeth Gaskell, A. M. Burrage, Elinor Glyn, John Berwick Harwood, Rosemary Timperley, Robert Louis Stevenson,J. M. Barrie,John Kendrick Bangs, Algernon Blackwood e Marjorie Bowen


Sinopse: Algo assombra os antigos Natais.Em uma seleção especial com doze histórias de grandes mestres do suspense e fantasia, incluindo contos inéditos no Brasil, acompanhe fantasmas, moradores de mansões inadvertidos, antiquários recheados de vultos, festas de Natal com visitantes espectrais e outros enredos assombrados. Contos selecionados e autores: Ceias fantasmagóricas - Jerome K. Jerome, A história dos goblins - Charles Dickens, A história da velha ama - Elizabeth Gaskell, Smee - A. M. Burrage, O fantasma de Irtonwood - Elinor Glyn, Horror: Uma história real - John Berwick Harwood, Encontro de Natal - Rosemary Timperley, Markheim - Robert Louis Stevenson, O fantasma da véspera de Natal - J. M. Barrie, A história de Natal de Thurlow - John Kendrick Bangs, A bolsa de viagem - Algernon Blackwood, O prato Crown Derby - Marjorie Bowen. Inclui minibiografias dos autores e introdução.

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Para ler com os pequenos


O Natal do carteiro, de  Allan Ahlberg 


Sinopse: Quando chega a época de Natal, o Papai Noel não é o único a arrancar os cabelos abarrotado de tantas tarefas. O Carteiro também trabalha em dobro para entregar todos os bons votos e desejos de felicidade - e alguns presentes também. Pois neste livro ele visita alguns personagens de contos de fadas tradicionais para lhes entregar a correspondência natalina - os ursinhos recebem um postal da Cachinhos Dourados; a Chapeuzinho Vermelho ganha do Lobo Mau uma carta com um jogo de tabuleiro; ao Humpty Dumpty chega um cartão com um quebra-cabeça enviado pelos Cavaleiros do Rei; o Homem Biscoito é presenteado com um almanaque e um livrinho de sabedorias; e até o Lobo Mau, mais um que adora o Natal, foi visitado pelo nosso amigo. Mas a grande tarefa do Carteiro nessa época do ano - como ninguém parou para pensar nisso? - é auxiliar a própria família Noel, fazendo chegar à sua fábrica os milhares de pedidos das crianças. Assim, ele também passa por lá, para deixar as suas cartas, e de quebra ainda ganhar um presente, que carteiro também merece. Ao acompanhar a história do Carteiro, as crianças encontram os envelopes recheados de cartas, cartões e presentinhos - como jogos e livros - e aprendem a manter uma tradição milenar que, mesmo com o avanço dos contatos via telefone e principalmente da correspondência eletrônica, nunca perderá a sua função.

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Um Natal Feliz, de  Louisa May Alcott

Sinopse: Desta vez, o Natal das irmãs Meg, Jo, Beth e Amy será diferente de todos os outros: elas terão de enfrentar as dificuldades do inverno enquanto o pai está longe, servindo na guerra. Mas na intimidade de suas vidas sem glamour, sem muitos recursos e repleta de desafios, essas adoráveis mulheres vão descobrir, com a ajuda da mãe, o verdadeiro espírito do Natal.

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Esqueceram do Natal, de Gabriella de Morais

Sinopse: Em uma cidadezinha tranquila e antiga, o Natal costumava ser a época mais mágica do ano. Com o tempo, porém, os símbolos e as tradições foram esquecidos pelos habitantes daquele lugar. Isso até Léo e Bia abrirem algumas caixas na casa de seus avós...

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Meu Primeiro Livro de Histórias de Natal para dormir, de Disney

Sinopse: Meu primeiro livro de histórias para dormir é uma coleção encantadora de contos clássicos da Disney, cuidadosamente selecionados para encantar e acalmar a mente das crianças antes de dormir. O livro reúne as aventuras dos personagens mais queridos, como Mickey, Minnie, Ariel e muitos outros. Cada história é escrita de maneira simples e terna, proporcionando uma leitura suave e reconfortante, ideal para preparar as crianças para uma noite de sono tranquila. As ilustrações vibrantes e detalhadas dão vida a cada conto, cativando a imaginação e transportando os leitores para reinos de fantasia onde tudo é possível. Perfeito para momentos de aconchego entre pais e filhos, " Meu primeiro livro de histórias para dormir " é um tesouro de memórias e sonhos, destinado a fazer parte das noites mais especiais.

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Seja para presentear alguém especial ou para apreciar uma boa leitura ao lado das luzes da árvore, esperamos que essas recomendações inspirem momentos aconchegantes e que cada página traga a magia que só essa época do ano proporciona. 🎄

Se você tiver outras sugestões de livros natalinos ou quiser compartilhar suas experiências de leitura, deixe nos comentários!

Desejamos a você um Natal repleto de histórias inesquecíveis. Até o próximo post! 


Para mais dicas acesse nossa lista de livros natalinos na Amazon. Se vocês comprarem através dela ou dos link desta postagem, os produtos sairão no mesmo valor, porém, nós ganharemos uma pequena comissão. Esta é uma forma de vocês apoiarem o Projeto Escrita Criativa e nos ajudarem a continuar criando conteúdo de qualidade e gratuito!❤️




Olá, escritores!

Chegamos à última quarta-feira de novembro e, como sempre, compartilhamos as produções daqueles que escreveram durante o mês. Esse ano tivemos a particularidade do Escrevembro e deixamos aqui o link dos participantes para vocês terem acesso aos textos realizados e também acompanharem aqueles que publicam nos stories.

  • Prescrição Módica, no Instagram
  • Élida Maria, no Instagram
  • Veriana Ribeiro, no Instagram
  • Tanise Carrali, no Instagram
  • Michelle Cruz, no Instagram

Também recebemos os textos da Marina Alexiou por e-mail, logo mais iremos compartilhá-los.

Perdeu o Escrevembro? Não se preocupe, você pode participar do Vivenciando a Escrita. Não só escrevendo com o tema de dezembro, mas também sinta-se à vontade para escrever sobre os temas anteriores. E se quiser, ainda temos alguns dias de novembro para escrever, então aproveite as palavras que faltam ou se desafie a escrever as palavras desde o início do mês!

Para o mês de dezembro, temos como tema: Simplicidade. Para saber mais, acesse a página do Vivenciando a Escrita. Escreveu? Não deixe de nos enviar o seu texto e de compartilhar nas redes sociais marcando o Projeto Escrita Criativa. 
Como anda a nossa criatividade?

Olá, escritores!

Na última segunda-feira, dia 17 de novembro, celebramos o Dia da Criatividade. Sendo assim, separamos para vocês alguns livros que falam sobre o assunto, para dar aquele ânimo nos nossos processos criativos. Bora nos inspirar?

📚📕📖📗📑📘📚



Livro: Só garotos
Autora: Patti Smith
Tradução: Alexandre Barbosa de Souza
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 280
Sinopse: "Tem gente que nasce rebelde. Lendo a história de Zelda Fitzgerald, identifiquei-me com seu espírito insubordinado. Lembro de passear com minha mãe olhando vitrines e perguntar por que as pessoas não chutavam e quebravam aquilo." É com esse tom franco e irreverente - e ao mesmo tempo doce e poético - que Patti Smith revive sua história ao lado do fotógrafo Robert Mapplethorpe, enquanto os dois tentavam ser artistas e transformar seus impulsos destrutivos em trabalhos criativos. Crescida numa família modesta de Nova Jersey, Patti trabalhou em uma fábrica e entregou seu primeiro filho para adoção, antes de se mandar para Nova York, com vinte anos, um livro de Rimbaud na mala e nada no bolso. Era o final dos anos 1960, e Patti teve de se virar como pôde: morou nas ruas de Manhattan, dividiu comida com um mendigo, trabalhou e dormiu em livrarias e até roubou os colegas de trabalho, enquanto conhecia boa parte dos aspirantes a artistas que partilhavam a atmosfera contestadora do famoso "verão do amor". Foi então que conheceu o rapaz de cachos bastos que seria sua primeira grande paixão: o futuro fotógrafo Robert Mapplethorpe, para quem Patti prometeu escrever este livro, antes que ele morresse de AIDS, em 1989. 
Só garotos é uma autobiografia cativante e nada convencional. Tendo como pano de fundo a história de amor entre Patti e Mapplethorpe, o livro é também um retrato apaixonado, lírico e confessional da contracultura americana dos anos 1970, desfiado por uma de suas maiores expoentes vivas.
Muitas vezes sem dinheiro e sem emprego, mas com disposição e talento de sobra, os dois viveram intensamente períodos de grandes transformações e revelações - até mesmo quando Robert assume ser gay ou quando suas imagens ousadas e polêmicas começam a ser reconhecidas e aclamadas pelo mundo da arte. Ao refazer os laços sinceros de uma relação muito peculiar, Patti Smith revela-se uma escritora e memorialista de grande calibre - e o modo como seu texto reflete a lealdade dos dois é comovente, apesar de todas as diferenças.
Pincelado com imagens raras do acervo de Patti Smith, Só garotos pode ser lido como um romance de formação de dois grandes artistas do século XX, que apostaram na ousadia, na liberdade e na beleza como antídotos à massificação - e contra todas as recomendações.
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Livro: Sobre fotografia
Autora: Susan Sontag
Tradução: Rubens Figueiredo
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 224
Sinopse: Sobre fotografia, ganhador do National Book Critic Circle Award de 1977, é um livro que fez história no âmbito dos estudos da imagem. Publicado originalmente no Brasil em 1983, reúne seis ensaios escritos na década de 70, em que a romancista e filósofa Susan Sontag analisa a fotografia como fenômeno de civilização desde o aparecimento do daguerreótipo, no século XIX. O resultado é uma história social da visão, demonstrando seu lugar central na cultura contemporânea.
Sontag extrapola os domínios da técnica da fotografia, enfoque que desliga a prática fotográfica do quadro social que a inventa e a consome. Abrangentes e reflexivas, as análises dialogam com a filosofia, a sociologia, a estética e a arte pictórica. A erudição da autora não se traduz, porém, em hermetismo. Seu estilo é simples, direto, leve e sedutor, marca de uma das mais atuantes intelectuais da atualidade.
"A realidade, como tal, é redefinida pela fotografia", escreve ela ao discutir as relações entre os acontecimentos e as imagens produzidas a partir deles. Sontag mostra como as noções de fato e representação se embaralham nas sociedades industriais e consumistas, onde "tudo existe para terminar numa foto".
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Leia também: Criatividade em tempos de exaustão: como produzir sem surtar


Livro: Mudança
Autora: Verónica Gerber Bicecci
Tradução: Mariana Teixeira
Editora: Circuito
Páginas: 102
Sinopse: “Artista visual que escreve”; assim se define Verónica Gerber Bicecci, e a crítica especializada reforça a fórmula quando diz que “suas peças atuam como textos” – destaquemos “atuam”. Trata-se de uma mudança. Ulises Carrión, Cesare Lombroso, Leonardo Da Vinci, Vicente Huidobro, Lewis Carroll, Vito Acconci e uma assombrosa trupe de gigantes diagramam um livro sobre ler, escrever com tinta, escrever com o corpo, com a memória, ler a contrapelo, mandar telegramas, pictogramas como grafites, histórias dentro de histórias, mitos urbanos.Nada da experiência humana nos é alheio. Verónica Gerber já nos prendeu com seu laço e entramos no seu círculo.
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Livro: Romancista como vocação
Autor: Haruki Murakami
Tradução: Eunice Suenaga
Editora: Alfaguara
Páginas: 168
Sinopse: Mesclando detalhes da própria vida com digressões sobre o valor da literatura, um dos maiores escritores contemporâneos fala sobre o ofício da escrita.
Haruki Murakami é um dos mais conhecidos autores contemporâneos do Japão. Quando seus livros são lançados, a imprensa noticia filas enormes nas livrarias de Tóquio e traduções para mais de quarenta idiomas. Ícone da escrita fluida, Murakami transita bem em diversos estilos narrativos: ficção, ensaio, reportagem, nada parece estar fora de seu talento literário. Para abarcar toda essa multiplicidade, chega Romancista como vocação, uma série de proposições sobre a escrita, a literatura e a vida pessoal do recluso escritor. Escrito na linguagem acessível típica de Murakami, este livro é um convite a todos que desejam habitar o mundo dos romancistas, bem como uma declaração de amor ao ato da escrita.
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Aprofunde-se mais: para ler outros artigos sobre criatividade, clique aqui.

Livro: O caminho do artista
Autora: Julia Cameron
Tradução: Leila Couceiro
Editora: Sextante
Páginas: 331
Sinopse: O caminho do artista reúne uma série de exercícios, reflexões e ferramentas para ajudar você a despertar sua criatividade, recuperar a autoconfiança e se livrar dos bloqueios criativos. Organizadas num programa de 12 semanas, essas técnicas vão guiá-lo por uma viagem de autodescoberta, ajudando-o a enfrentar seus medos, crenças e inseguranças – os maiores obstáculos para quem deseja expressar qualquer forma de arte. Esse livro desmistifica a ideia de que o processo criativo precisa ser sofrido e extenuante, embora ele requeira uma boa dose de persistência e prática. Com este método, você vai aprender a abandonar as desculpas que o impedem de transformar suas ideias em realidade. Você vai descobrir como criar com mais liberdade e menos autocrítica, usando de forma consciente o potencial criativo que estava represado até agora. Esta é uma obra fundamental para escritores, poetas, pintores, músicos e qualquer pessoa que deseje trazer um pouco mais de inspiração à sua vida.
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Livro: Como Superar Seus Limites Internos: Aprenda a Vencer Seus Bloqueios e Suas Batalhas Interiores de Criatividade
Autor: Steven Pressfield
Tradução: Gilson César Cardoso de Sousa
Editora: Cultrix / Nova Acrópole
Páginas: 200
Sinopse: Em Como Superar seus Limites Internos – nova edição do clássico A Guerra da Arte –, o romancista best-seller Steven Pressfield identifica o inimigo que todos precisamos enfrentar em nós mesmos, traçando um plano de batalha para o vencermos e apresentando importantes ensinamentos para alcançarmos o máximo de sucesso. Ele enfatiza ainda a resolução necessária para reconhecer e superar os obstáculos à ambição, e mostra, com clareza, como chegar ao mais alto nível de disciplina criativa. Com prefácio exclusivo de Lúcia Helena Galvão, professora de Filosofia da organização Nova Acrópole do Brasil há 31 anos, este livro é simplesmente A Arte da Guerra de Sun Tzu para a alma.
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